
Não sei o que se passou aqueles dias. (será que já posso falar no passado?)
A viva memória esfuma-se em névoa.
Foram as chamadas horas que marcam como se fossem anos.
Como a chama da vela que brilha e me atrai quase até me queimar. Assim fizes-te tu.
“O castigo físico não magoa como o psicológico”, olho para a minha mão que dói. Na verdade não me importo porque estou contigo. Estranha imagem ou alegoria.
Acalmas-me mais que o colo de uma mãe acalma um bebé. Quero sentir o teu toque e no silêncio ouvir as tuas palavras. Os teus dedos que tilintam no meu braço.
Porque eu? Porque me escolheste tu?
Sei que o que é impossível para muitos tem uma razão para nós. Ou será que a música que oiço, por vezes ruído que dói é afinal o sintoma do inicio de uma esquizofrenia anunciada? Um doido compreende outro doido e neste entendimento mútuo criam o seu mundo paralelo. À margem de tantos ou de todos.
Conheço-O? A Ele sim… Conheci-Te à anos… Ahhh que dor, que confusão.
Chamas-me agora a Ti? É isso ou toda a condução me tem encadeado e afinal demonstrado a brutal falta de amor que sinto. O amor que tenho para dar e não tenho a quem…
Tens tentado demonstrar algo. Mas sei que também te questionas.
Deixa rolar dizem-me. Que esperança vã e cega! É uma andorinha magoada que me caiu nas mãos. De preocupação não dormi, mas pela sua beleza me deixei levar.
Fujo ou busco em mim a razão?
A viva memória esfuma-se em névoa.
Foram as chamadas horas que marcam como se fossem anos.
Como a chama da vela que brilha e me atrai quase até me queimar. Assim fizes-te tu.
“O castigo físico não magoa como o psicológico”, olho para a minha mão que dói. Na verdade não me importo porque estou contigo. Estranha imagem ou alegoria.
Acalmas-me mais que o colo de uma mãe acalma um bebé. Quero sentir o teu toque e no silêncio ouvir as tuas palavras. Os teus dedos que tilintam no meu braço.
Porque eu? Porque me escolheste tu?
Sei que o que é impossível para muitos tem uma razão para nós. Ou será que a música que oiço, por vezes ruído que dói é afinal o sintoma do inicio de uma esquizofrenia anunciada? Um doido compreende outro doido e neste entendimento mútuo criam o seu mundo paralelo. À margem de tantos ou de todos.
Conheço-O? A Ele sim… Conheci-Te à anos… Ahhh que dor, que confusão.
Chamas-me agora a Ti? É isso ou toda a condução me tem encadeado e afinal demonstrado a brutal falta de amor que sinto. O amor que tenho para dar e não tenho a quem…
Tens tentado demonstrar algo. Mas sei que também te questionas.
Deixa rolar dizem-me. Que esperança vã e cega! É uma andorinha magoada que me caiu nas mãos. De preocupação não dormi, mas pela sua beleza me deixei levar.
Fujo ou busco em mim a razão?