quarta-feira, 13 de maio de 2009

Leio as tuas palavras que me matam.
Duvido das tuas palavras, sentimentos… por mim.
Arrr vicio que me mata e consome. Quero antes raciocinar a viver assim. Eu que sempre procurei a razão ao amor, à paixão sem significado e sem futuro deixo-me render aos encantos do desencantado.
Doi, arde, mata. Sei que me mata sem piedade. É cavalgante. A tua doença me contagiou e sou eu agora que padeço sem saber o que fazer.
Que infeliz fortuna a minha. Porque fazer-me chegar estes textos? Quem o fez terá sido o destino ou tu…. Não… sei quem foi….
Stella
Porque me abandonas e me amachucas assim. Sinto a vida que se esvai nas minhas veias.
A doença adiada está de volta e desta vez ameaça-me de morte.